Capacitação

CURSO AVANÇADO — ESTUDO TÉCNICO PRELIMINAR E TERMO DE REFERÊNCIA COM APOIO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

De Acordo com a Lei nº 14.133/2021 e os Regulamentos Locais

Capacitação em

Belo Horizonte | MG

Vagas Limitadas

Presencial e Online

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A Fase Preparatória em Nível Avançado, com IA como Multiplicador de Capacidade

Formação avançada sobre ETP e Termo de Referência para quem já elabora esses documentos e precisa elevá-los ao padrão que o controle externo exige — com a inteligência artificial usada como apoio de análise, revisão e rastreabilidade, nunca como substituta da decisão administrativa.

Linha de Consistência DFD → ETP → TR

Domine o encadeamento que separa um planejamento robusto de um conjunto de documentos formais: como garantir rastreabilidade das decisões em cada elo, do documento de formalização da demanda até o edital e o contrato.

O ETP como Análise de Alternativas

Aprenda a construir o estudo que efetivamente subsidia a decisão: levantamento de mercado, consulta a contratações similares no PNCP, comparação entre comprar, locar e executar diretamente, custo de ciclo de vida, parcelamento da solução e definição dos resultados pretendidos.

Realidade Local, Não Modelo Federal

Trabalhe o regime aplicável a estados, municípios e câmaras: regulamento próprio, adesão aos referenciais federais e atuação segura na ausência de regulamento — com planejamento proporcional a estruturas enxutas e funções acumuladas.

Termo de Referência sem Vícios

Delimite a fronteira entre especificação técnica legítima e direcionamento, domine as hipóteses de indicação de marca e padronização e estruture modelo de execução e modelo de gestão com papéis, critérios de medição e IMR bem definidos.

Linhas de Defesa e Controle Externo

Construa a defesa dentro do próprio documento: motivação expressa, premissas registradas, fontes rastreáveis e consistência entre ETP e TR como argumento contra alegações de direcionamento e sobrepreço, à luz da LINDB.

IA com Governança e Rastreabilidade

Aplique engenharia de prompts à fase preparatória, use a revisão adversarial para simular as perguntas do controle externo e organize o registro do uso de IA nos autos — versionamento, revisão humana documentada e transparência.

Público-Alvo

Para quem é
esta imersão?

Servidores das Áreas de Compras, Licitações e Planejamento

Agentes de Contratação e Pregoeiros

Servidores de Unidades Demandantes e Áreas Requisitantes

Elaboradores de ETP, Termo de Referência e Projeto Básico

Procuradores e Assessores Jurídicos

Controladores Internos e Auditores

Gestores e Fiscais de Contratos Administrativos

Secretários Municipais e Diretores Administrativos

Relevância

Por que esta capacitação é relevante?

O Estudo Técnico Preliminar e o Termo de Referência concentram as decisões que determinam o destino da contratação. É neles que se define a solução, se dimensiona a demanda, se especifica o objeto e se desenha a gestão do contrato — e é de falhas nesses documentos que decorre a maior parte dos problemas que só aparecem na execução, quando já não há mais espaço para corrigi-los sem custo.

Passada a fase de adaptação à Lei nº 14.133/2021, o que hoje distingue os órgãos não é mais a existência formal do ETP e do TR, mas a qualidade técnica desses documentos. Estudos genéricos, ausência de análise de alternativas, quantitativos sem memória de cálculo, especificações direcionadas e modelos de gestão sem responsáveis definidos continuam entre os apontamentos mais recorrentes — e expõem pessoalmente o agente que assinou, à luz do regime de responsabilização da LINDB.

Este curso avançado trabalha esses dois artefatos em profundidade e, no módulo final, incorpora a inteligência artificial como multiplicador de capacidade para estruturas enxutas: engenharia de prompts aplicada aos documentos de planejamento, revisão adversarial que simula o olhar do controle externo, verificação de consistência entre ETP e TR e diretrizes de governança para disciplinar o uso da ferramenta na instituição — sempre com revisão humana e sem delegar à IA aquilo que é decisão administrativa.

Instituições Que Já
Se Capacitaram Conosco

SERPRO
MPU
Ministério da Gestão
Senado Federal
UFMG
TCE-MG
MPMG
ALMG
CEMIG
CEB
TCE-AM
TCE-AP
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TCE-MG
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Programação

Capacitação presencial em Belo Horizonte/MG.

A fase preparatória como processo estruturado
●A linha de consistência DFD → ETP → TR → edital → contrato: rastreabilidade das decisões em cada elo
●Falhas de planejamento e suas repercussões na execução contratual e perante o controle externo
●O regime normativo aplicável a estados, municípios e câmaras municipais: regulamento próprio, adesão aos referenciais federais e atuação segura na ausência de regulamento
●Planejamento com estrutura enxuta: acúmulo de funções, segregação possível e proporcionalidade do ETP à complexidade da contratação
O conteúdo do ETP em profundidade
●Os treze elementos do art. 18, § 1º, e os cinco de presença obrigatória
●A justificativa dos elementos dispensados: como fundamentar sem fragilizar o estudo
●Hipóteses de dispensa do próprio ETP e seu tratamento nos regulamentos locais
O ETP como análise de alternativas
●Levantamento de mercado: soluções disponíveis e consulta a contratações similares de outras instituições públicas no PNCP
●Comprar, locar ou executar diretamente: critérios de decisão e custo de ciclo de vida
●Parcelamento da solução, agrupamento em lotes e economia de escala
●Sustentabilidade e definição dos resultados pretendidos
Quantitativos e valor estimado no ETP
●Memória de cálculo rastreável: séries históricas, demanda projetada e premissas documentadas
●A estimativa de quantitativos no sistema de registro de preços e suas repercussões nas adesões
●Conexão com a pesquisa de preços e suas fontes de consulta gratuitas
Pontos de atenção do controle externo e as linhas de defesa do ETP
●O que os órgãos de controle mais questionam: estudos genéricos, ausência de análise de alternativas, quantitativos sem memória de cálculo e conclusões desconectadas da necessidade
●A defesa construída no próprio documento: motivação expressa, premissas registradas e fontes rastreáveis
●A responsabilidade do agente à luz da LINDB: dolo, erro grosseiro e a proteção da decisão razoável devidamente fundamentada
●O ETP como peça de defesa antecipada: como responder a apontamentos futuros com o que já consta dos autos
Estrutura e função do TR
●Os elementos do art. 6º, XXIII, da Lei nº 14.133/2021 e a coerência obrigatória com o ETP
●A estruturação do TR na realidade local: regulamento próprio e modelos padronizados da instituição
●Referenciais federais como fonte subsidiária de boa prática: o que aproveitar das INs SEGES e das minutas referenciais da AGU — e como adaptar à realidade da instituição
●Adaptações e supressões de cláusulas referenciais: o registro da justificativa como boa prática de instrução
Especificação do objeto sem vícios
●Fronteira entre especificação técnica legítima e direcionamento
●Indicação de marca, padronização e exigências restritivas: hipóteses admitidas e fundamentação necessária
●Requisitos da contratação e critérios de aceitabilidade
Modelo de execução e modelo de gestão contratual
●Definição de papéis: gestor, fiscais e a estrutura de fiscalização possível em equipes reduzidas
●Critérios de medição e pagamento: por resultado, por disponibilidade e instrumentos de medição de resultado (IMR)
●Matriz de riscos e sua conexão com o modelo de gestão e as garantias contratuais
●Particularidades dos serviços contínuos e dos serviços com dedicação exclusiva de mão de obra
Pontos de atenção do controle externo e as linhas de defesa do TR
●Os vícios que mais reprovam termos de referência: especificação direcionada, indicação de marca sem fundamento, critérios de medição frouxos e modelo de gestão sem responsáveis definidos
●Justificativas que sustentam escolhas técnicas restritivas: quando restringir é legítimo e como demonstrar
●A consistência entre ETP e TR como argumento de defesa: coerência documental contra alegações de direcionamento e sobrepreço
●Os entendimentos recentes dos tribunais de contas sobre a fase preparatória
Fundamentos do uso de IA na fase preparatória
●Panorama do uso de IA no planejamento das contratações públicas
●Onde a IA agrega e onde atrapalha em cada elo da fase preparatória
●IA como multiplicador de capacidade em estruturas enxutas: fazer mais com equipes reduzidas, sem abrir mão da revisão humana
●Guarda-corpos essenciais: alucinações, checagem de fontes, proteção de dados pessoais (LGPD) e sigilo
Engenharia de prompts para documentos de planejamento
●Estrutura de um prompt eficaz: contexto normativo, persona, fontes de referência e formato de saída
●Iteração controlada: refinamento progressivo com revisão humana a cada etapa
●Da demanda ao estudo: comandos para transformar o DFD em descrição fundamentada da necessidade
●Construção da biblioteca institucional de prompts da fase preparatória
IA como revisora dos artefatos
●Revisão adversarial ("red team"): simulação das perguntas do controle externo a partir das linhas de defesa construídas nos Módulos 1 e 2
●Verificação assistida de consistência entre ETP e TR
●Apoio da IA na justificativa de elementos dispensados e na crítica das alternativas de solução
Governança e rastreabilidade
●O que não se delega à IA: decisão administrativa e responsabilidade do agente público
●Registro do uso de IA nos autos: versionamento, revisão humana documentada e transparência
●Diretrizes para disciplinar o uso de IA no planejamento das contratações da instituição
Mão na massa: estudo de caso e exercícios práticos
●Elaboração assistida de ETP a partir de uma demanda real típica da gestão municipal
●Geração e lapidação do TR correspondente, com verificação de consistência
●Aplicação do roteiro de revisão adversarial ao documento produzido

Quem serão
os instrutores?

Dr. Raphael Rodrigues

Dr. Raphael Rodrigues

Doutor e Mestre em Direito (UFMG)

Doutor e Mestre em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Palestrante e consultor nas áreas de Licitações e Contratos Administrativos, Improbidade Administrativa e Lei Geral de Proteção de Dados. Atua como palestrante em eventos nacionais sobre Compras Públicas e Direito Sancionatório, contribuindo para a formação de gestores e operadores do direito. Já ocupou o cargo de Consultor-Geral de Técnica-Legislativa do Estado de Minas Gerais, sendo responsável pela análise e elaboração de normas que compõem a legislação estadual. Exerceu a função de Procurador-Geral de Município e possui ampla experiência junto a órgãos dos Legislativos estadual e municipais, atuando de forma estratégica em processos legislativos e administrativos. Atualmente, dedica-se ao assessoramento jurídico especializado, com ênfase na análise e emissão de pareceres em contratações públicas.

Israel Santiago

Israel Santiago

Especialista em Licitações e Contratos Administrativos

Há 14 anos conectando tecnologia à Gestão Pública (B2G). Especialista em Licitações e Contratos Administrativos. Certificação Avançada para Gerentes de TIC pela ENAP. Formação internacional pela Wichita State University (EUA).

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